colecções disponíveis:
1. Lendas de Sintra 2. Sintra Magia e Misticismo 3. História de Sintra 4. O Mistério da Boca do Inferno 5. Escritores e Sintra
6. Sintra nas Memórias de Charles Merveilleux, Séc. XVIII 7. Contos de Sintra 8. Maçonaria em Sintra 9. Palácio da Pena 10. Subterrâneos de Sintra 11. Sintra, Imagem em Movimento


Mostrar mensagens com a etiqueta Século XVI. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Século XVI. Mostrar todas as mensagens

sábado, 7 de setembro de 2019

"Nostradamus Por Sintra Ludibriado" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 30 de Agosto de 2019



Nostradamus Por Sintra Ludibriado
na edição de 30 de Agosto de 2019
do Jornal de Sintra


    Nostradamus? Mas como pode ser? Pode, e através de contornos que, apesar de não explicados por extenso no artigo (encontram-se em outro local), já mostram o que terá acontecido há cinco séculos atrás. E tudo com o ambiente que então em Portugal se vivia:

    «...para uma arena colocada onde temos hoje a Praça do Comércio, a qual era rodeada de ameias. O elefante entrou na arena e somente passados momentos foram levantados uns largos panos que colocaram a descoberto um rinoceronte que na arena já se encontrava escondido. Assim que o rinoceronte viu o elefante "fez um jeito para o índio que o trazia preso por uma cadeia comprida, como em modo de lhe dizer que o deixasse ir para onde o inimigo estava". Baixou o focinho e o corno, "assoprando pelas ventas com tanta força que fazia levantar o pó e palhas do chão, como se fosse um redemoinho de vento." O elefante – que não era ainda totalmente adulto –, apesar de uma tentativa inicial de intimidação com urros, dirigiu-se para uma das janelas gradeadas que estavam numa parte arena, torceu dois dos varões das grades – que eram consideravelmente grossas – saindo por entre essas e começando a correr para o Rossio "onde era sua pousada, não tendo conta com coisa que achasse diante, assim homens de pé como de cavalo, que perante todos passava, fazendo tamanha revolta que, com os brados que davam uns aos outros que se guardassem, parecia que era alguma batalha  (...)»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 30 de Agosto de 2019.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 85 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Sintra e Gil Vicente - 5 artigos de Miguel Boim no Jornal de Sintra (2018-2019)


O Filósofo e o Parvo:
não só na obra de Gil Vicente, mas também na vida.

    Gil Vicente e Sintra é uma associação de dois ícones portugueses que é comummente feita. E aquilo de que se não foge de encontrar mencionado é o termo Paraíso Terreal, como se pode observar à direita num prospecto turístico de meados do século XX.

O habitual termo Paraíso Terreal
aparecendo sempre na evocação de
Sintra e Gil Vicente.
Mas que mais de Sintra podemos
em Gil Vicente encontrar?
    Mas o que realmente de Sintra encontramos na obra completa de Mestre Gil? É-nos possível perceber, vislumbrar, como Gil Vicente sentiria este lugar de Portugal que para alguns de nós representa um reduto onde a alma se tenta na verde solidão saciar?

    Ao longo de cinco artigos (cinco partes de Gil Vicente e Sintra) escritos para o Jornal de Sintra, analisei algumas das formas como o Mestre aludiu a Sintra, como essas podem ser interpretadas à luz da época, e como as suas palavras podem reflectir o sentimento que esse ser humano do século XVI - que gravou o seu nome na nossa História ao longo de 500 anos - tinha para com a Serra de Sintra.

    500 anos depois, ainda aqui se mantêm os descendentes da fauna que também captou a fantasia de Mestre Gil.

    500 anos depois, ainda que sem a mesma variedade de fauna, somos encantados pela voz da natureza e de passados os quais sentimos que com o nosso presente nos podem reconciliar.

    500 anos depois, podemos sentir Sintra em toda a obra de Mestre Gil, devendo nós hoje perceber que também naqueles tempos existia quem preferisse o sossego da Serra à agitação das festas no Paço Real, quem preferisse estar com verdadeiros lobos ao invés de estar com aqueles que frequentando as ditas festas, vestiam humana pele.



    1.ª Parte de Gil Vicente e Sintra
Terra de Cardos e Pedras

Terra de Cardos e Pedras
na edição de 28 de Setembro de 2018
do Jornal de Sintra

    «...Mas Mestre Gil era muito mais do que alguém com grandes capacidades para executar algumas poucas funções. Gil Vicente era ele próprio um gerador de fantasia. No ano de 1520 esperava-se a entrada em Lisboa do Rei D. Manuel e da Rainha. O Mestre era reconhecido pela sua fantasia a ponto tal que o Rei deu indicações para que se seguissem todas as sugestões do Mestre. Quando se viu chegado o dia da entrada do Rei e da Rainha, havia inclusivamente no Tejo uma caravela mal aparelhada e de velas esfarrapadas e pintadas de más pinturas de que saíam grandes fumaças e fogos artificiais (...) e muitos trovões; e a caravela sem governar ora através ora a popa (...) e os diabos fazendo coisas de muito prazer com que houve a maior festa do recebimento... No dia seguinte, o Rei e a Rainha tinham muitas plataformas ou palcos por entre os quais haviam de passar. Num deles era visível um homem deitado, adormecido, do peito do qual saía uma grande árvore dourada (a Árvore de Jessé, brotando do peito de Adão) tendo essa árvore representações de todos os reis e de todos os profetas, acima desses estando Deus com os seus anjos, estes últimos tocando seus instrumentos musicais. Ao lado desse palco, um outro muito coberto de ramos e arvoredo, com muitas fontes de água, que representava a Ilha da Madeira; e no meio uns ricos aposentos em que viviam quatro fadas e em uma rica câmara estava um berço dourado que embalavam quatro sereias cantando suavemente; e as fadas falaram em lugar da Ilha, oferecendo-se para criarem o filho ou filha primeiro que [a Rainha] parisse, e [que] seria por elas fadado (...)» (CONTINUAR A LER)



    2.ª Parte de Gil Vicente e Sintra
O Cavaleiro Portugal e a Serra de Sintra

O Cavaleiro Portugal e a
Serra de Sintra

na edição de 09 de Novembro de 2018
do Jornal de Sintra


    «...E é assim que começa a Farsa da Lusitânia, dizendo-nos que uma ninfa, há três mil anos atrás, tinha por morada uns rochedos ao pé da Serra de Sintra, serra que então se chamava Solércia (“Solércia” queria dizer tanto agudeza de espírito e esperteza, como algo capaz de desencantar mil ardis ou de muita manha ter). O Sol, que passava sempre na distância e via aquela ninfa de nome Lisibea entre as rochas próximas da Serra de Sintra, e a visse nua sem nenhuma cobertura, tão perfeita em suas corporais proporções, como formosa em todolos lugares de sua gentileza, fez, através do amor entre ambos, que Lisibea desse à luz uma filha de nome Lusitânia.  (...)» (CONTINUAR A LER)



    3.ª Parte de Gil Vicente e Sintra
Coração de Amante e a Entrada no Inverno

Coração de Amante e a Entrada
no Inverno

na edição de 07 de Dezembro de 2018
do Jornal de Sintra


    «...Mas antes de lá se chegar, há que percorrer o caminho que Mestre Gil muitas vezes terá feito e onde muito observaria. Nesse caminho, da Cidade de Lisboa à Serra de Sintra, Gil Vicente via – já naquilo que é hoje considerado como Sintra – traços dos tempos modernos, dias em que a alegria e a tradição, naquele ano de 1529, já há muito se tinham perdido. Batia a saudade dos tempos passados – tal como a nós hoje, dos nossos passados tempos de vida. É aqui sim, que Mestre Gil fala do que Portugal até há pouco (início do século XVI) fora, e da alegria que era então sentida também no concelho de Sintra; assim que entra em palco, assim que começa o Triunfo do Inverno, o Mestre encontra-se só, perante a audiência, e diz: Em Portugal vi eu já / em cada casa um pandeiro, / e gaita em cada palheiro; / e de / vinte anos a cá / não há aí gaita nem gaiteiro. / A cada porta um terreiro, / cada aldeia dez folias, / cada casa atabaqueiro: / e agora Jeremias / é nosso tamborileiro. / Só em Barcarena havia / tambor em cada moinho, / e no mais triste ratinho / s’enxergava uma alegria / que agora não tem caminho. (...)» (CONTINUAR A LER)



    4.ª Parte de Gil Vicente e Sintra
The Green Man, Sintra e o Mestre Gil

The Green Man, Sintra e o Mestre Gil
na edição de 11 de Janeiro de 2019
do Jornal de Sintra


    «...Como tais preocupações apresentavam apenas o brilho que ofusca os escuros recantos onde de forma recôndita a falta de dignidade tem por hábito andar, o Ferreiro e a Forneira decidem ser hora de partir. E é na sequência da sua partida que surge o mais conhecido excerto de Mestre Gil Vicente relativo à Serra de Sintra, e dito pela boca da própria Serra de Sintra: Um filho de um Rei passado / dos gentios Portugueses / tenho eu muito guardado, / há mais de mil anos e três meses / por um mágico encantado. / E este tem um jardim / do paraíso terreal, / que Salomão mandou aqui / a um Rei de Portugal; / e tem-no seu filho ali. / Este será o presente, / e eu irei por ele asinha, / porque é para a Rainha / justo e conveniente. / O qual Príncipe virá / em pessoa aqui com ele, / que sabe as virtudes dele, / e como e quem o trouxe cá, / e quanto se monta nele. / E virá acompanhado / dessas cachopas Sintrans, / e de mancebos do gado, / Louçãos e elas louçãs, / com seu cantar costumado.

    O Verão diz então que o jardim apresentado – para que mais fastio não cause pois ainda nem acabado está – conclui o seu triunfo, aquilo que na realidade foi o triunfo do Verão.

    E chegamos agora ao desvelar de como foi ludibriado quem até aqui chegou. Entram quatro mancebos e quatro moças, todos muito bem ataviados em folia, dizendo esta cantiga: Quem diz que não é este / San João o Verde? Exactamente, São João, o Verde. Aos olhos de hoje não conseguimos compreender muitas das coisas do passado, ou tomamo-las como erradas. Mas se com os devidos e necessários filtros para se olhar para esse mesmo passado, somos capazes de entrar de forma mais profunda nas vidas que os nossos antepassados viveram. Na 3.ª parte destes artigos mencionei que a Rainha dera à luz em Abril de 1529. Em Abril, como é óbvio, não é Verão. E é o próprio Verão, na peça, a dizer que foi no seu tempo que a Rainha foi alumbrada, iluminada, que deu à luz. Além do mais, com o enfraquecimento do Inverno (após os dois triunfos desse), quem apareceu de imediato, trazendo os cânticos da natureza consigo, foi o Verão. E se – por exemplo – olharmos para outra peça do Mestre, aquela que tem o nome de Auto dos Quatro Tempos, vemos que esses “tempos”, as estações do ano, estão divididas entre Verão, Estio e Outono e Inverno. A forma como foi ludibriado foi ao ter interpretado este Verão de quem tenho falado ao longo de todo o artigo, como o nosso Verão; na realidade trata-se daquilo que interpretamos hoje como Primavera, e que então era tida com o termo Verão. No fundo, este Verão de que falei ao longo de todo o artigo representa o renascimento no ciclo da natureza, a sua renovação. (...)» (CONTINUAR A LER)



    5.ª Parte de Gil Vicente e Sintra
O Fim de Mestre Gil e Suas Sintras

O Fim de Mestre Gil e suas Sintras
na edição de 08 de Fevereiro de 2019
do Jornal de Sintra


    «...Estávamos então em 1529. Em 1502 tinha sido a primeira representação de uma obra do Mestre, actuando ele próprio praticamente só perante a Rainha, o Rei, e o então recém-nascido Príncipe. Em 1529 esse recém-nascido já se tinha tornado no Rei D. João III. E o que daqui, de 1529 para a frente surgiu, foi um lento apagar do Mestre, até o seu nome ter silenciosamente desaparecido. O Auto da Lusitânia (do qual falei na 2.ª parte desta sequência de artigos) foi concebido para celebrar o nascimento do Príncipe D. Manuel (a quem foi também posteriormente dedicado o retábulo da Pena (o retábulo ainda poderá ser visto nos dias de hoje no Palácio da Pena)). Contudo existiu uma outra obra de Gil Vicente que foi utilizada nas festas de celebração do nascimento do Príncipe D. Manuel, mas não cá em Portugal e sim em Bruxelas, na embaixada de Portugal em Bruxelas, no final do ano de 1531. À partida não terá sido a primeira vez que foi apresentada, e tinha o título de Jubileu d’Amores. Entre a assistência em Bruxelas encontrava-se um cardeal italiano, de nome Girolamo Aleandro. Depois da apresentação da obra o cardeal enviou uma carta ao secretário do Papa, queixando-se da peça. Entre os múltiplos traços heréticos, referia que (...)» (CONTINUAR A LER)



    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 85 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

"O Cavaleiro Portugal e a Serra de Sintra (Gil Vicente - 2.ª parte)" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 09 de Novembro de 2018

O Cavaleiro Portugal e a
Serra de Sintra

na edição de 09 de Novembro de 2018
do Jornal de Sintra


    O Cavaleiro Portugal? Sim, o Cavaleiro Portugal. Continuo com a forma como Gil Vicente expressava o seu sentir de Sintra, filtrado esse pela fantasia do Mestra. E chamava-se então, no tempo do Cavaleiro Portugal, a Serra de Sintra dessa maneira?

    «E é assim que começa a Farsa da Lusitânia, dizendo-nos que uma ninfa, há três mil anos atrás, tinha por morada uns rochedos ao pé da Serra de Sintra, serra que então se chamava Solércia (“Solércia” queria dizer tanto agudeza de espírito e esperteza, como algo capaz de desencantar mil ardis ou de muita manha ter). O Sol, que passava sempre na distância e via aquela ninfa de nome Lisibea entre as rochas próximas da Serra de Sintra, "e a visse nua sem nenhuma cobertura, tão perfeita em suas corporais proporções, como formosa em todolos lugares de sua gentileza", fez, através do amor entre ambos, que Lisibea desse à luz uma filha de nome "Lusitânia".  (...)»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 09 de Novembro de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

terça-feira, 16 de outubro de 2018

"Terra de Cardos e de Pedras (Gil Vicente - 1.ª parte)" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 28 de Setembro de 2018

Terra de Cardos e de Pedras
na edição de 28 de Setembro de 2018
do Jornal de Sintra


    A muitos estranho poderá parecer um título que depreciativo parece. Mas, dando o benefício da dúvida aos artistas, logo perceberá do que se fala. E quem fala. E do que se falará nas outras partes desta sequência sobre Sintra e Gil Vicente. Mas o melhor é ficar com um trecho das capacidades do grande astro do teatro português:

    «Mas Mestre Gil era muito mais do que alguém com grandes capacidades para executar algumas poucas funções. Gil Vicente era ele próprio um gerador de fantasia. No ano de 1520 esperava-se a entrada em Lisboa do Rei D. Manuel e da Rainha. O Mestre era reconhecido pela sua fantasia a ponto tal que o Rei deu indicações para que se seguissem todas as sugestões do Mestre. Quando se viu chegado o dia da entrada do Rei e da Rainha, havia inclusivamente no Tejo uma caravela mal aparelhada e de velas esfarrapadas e pintadas de más pinturas de que saíam grandes fumaças e fogos artificiais (...) e muitos trovões; e a caravela sem governar ora através ora a popa (...) e os diabos fazendo coisas de muito prazer com que houve a maior festa do recebimento... No dia seguinte, o Rei e a Rainha tinham muitas plataformas ou palcos por entre os quais haviam de passar. Num deles era visível um homem deitado, adormecido, do peito do qual saía uma grande árvore dourada (a Árvore de Jessé, brotando do peito de Adão) tendo essa árvore representações de todos os reis e de todos os profetas, acima desses estando Deus com os seus anjos, estes últimos tocando seus instrumentos musicais. Ao lado desse palco, um outro muito coberto de ramos e arvoredo, com muitas fontes de água, que representava a Ilha da Madeira; e no meio uns ricos aposentos em que viviam quatro fadas e em uma rica câmara estava um berço dourado que embalavam quatro sereias cantando suavemente; e as fadas falaram em lugar da Ilha, oferecendo-se para criarem o filho ou filha primeiro que [a Rainha] parisse, e [que] seria por elas fadado...»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 28 de Setembro de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

segunda-feira, 30 de abril de 2018

"Invenção e Exaltação nos Capuchos" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 27 de Abril de 2018

Exaltação e Invenção nos Capuchos
na edição de 27 de Abril de 2018
do Jornal de Sintra

Que Exaltação e que Invenção foram estas? É o que irá saber agora ao poder consultar gratuitamente online o meu último artigo no Jornal de Sintra. Invenção e Exaltação nos Capuchos trar-lhe-á o que decerto não espera e que assinala algo de grande e sentimental importância:

    Mas hoje o Convento dos Capuchos irá mostrar-nos o que nos próximos dias chegará. E isso
está relacionado com a sua invocação original, com o nome através do qual surgiu na Serra de
Sintra: Convento
da Santa Cruz da Serra de Sintra.
    No ano de 312 o Imperador... (...)


    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 27 de Abril de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

domingo, 25 de fevereiro de 2018

"A Rainha Mãe" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 23 de Fevereiro de 2018

A Rainha Mãe
na edição de 23 de Fevereiro de 2018
do Jornal de Sintra


    Já se encontra disponível para leitura gratuita online o meu último artigo no Jornal de Sintra. A Rainha Mãe traz um ambiente do século XVI e as responsabilidades e amor que uma estrangeira no Reino de Portugal teve.

    Ao final do dia que se seguiu ao de sua morte, o corpo da Rainha saiu do Paço de Enxobregas (actualmente Xabregas; antigamente local paradisíaco) acamado num esquife, acompanhado por cerca de dois mil cavaleiros segurando tochas. Milhares de mãos iam tocando nos varais do esquife à medida que esse ia atravessando as apertadas e sinuosas ruas da cidade amuralhada de Lisboa, por entre prantos e gritos de desgostoso e amargo querer do povo, recusando aceitar a decisão divina da sua partida deste mundo. Chegado a... (...)

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 23 de Fevereiro de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

"Os Directores Espirituais do Convento da Trindade" - Miguel Boim, 22 de Dezembro de 2017

Os Directores Espirituais do Convento da Trindade
na edição de 22 de Dezembro de 2017
do Jornal de Sintra

    Já poderá ler gratuitamente e online o meu último artigo no Jornal de Sintra. Os Directores Espirituais do Convento da Trindade traz algo que poderá ser enganoso para quem viva de artifícios e penda para o extremo do ignorar do mal, como para quem penda para o extremo do exclusivo viver da fantasia:

    É-me vossa Paternidade por cá muito necessário, para coisas que não são para papel (sobrenaturais). Lembre-se muito de me encomendar a Nosso Senhor, que de cada vez me sinto mais obrigado a... (...)

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 22 de Dezembro de 2017.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que se encontra prestes a completar 84 anos de existência!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.









sexta-feira, 10 de março de 2017

João de Sá, o Panasco (em duas partes)

João de Sá, o Panasco
edição de 10 de Fevereiro de 2017
do Jornal de Sintra (primeira parte)


    Encontra-se agora disponível online a primeira parte de João de Sá, o Panasco, artigo publicado na edição de 10 de Fevereiro de 2017 no Jornal de Sintra.
   
    Se acha o nome - quer da pessoa, quer do artigo - estranho, mais estranha lhe parecerá a história. Especialmente pela razão de que quando olhamos para trás na história, acharmos tão estranhas certas vivências de nomes que representaram seres tão vivos e humanos como nós hoje em dia o somos.
 
    A segunda parte do artigo encontrar-se-á disponível em formato de papel nestes próximos sete dias (edição de 10 de Março de 2017 do Jornal de Sintra).


João de Sá, o Panasco
edição de 10 de Março de 2017, ainda em formato de papel
do Jornal de Sintra (segunda parte)


    Para ler o artigo (a sua primeira parte) bastará abrir a imagem (ou realizar download da mesma).

[Actualização de 16 de Março de 2017: a segunda parte do artigo já pode ser consultada online aqui.]

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 83 anos!









domingo, 29 de janeiro de 2017

"As Colinas dos Reencontros" - Jornal de Sintra, 13 de Janeiro de 2017

As Colinas dos Reencontros
edição de 13 de Janeiro de 2017
do Jornal de Sintra

    Já se encontra disponível online o meu último artigo do Jornal de Sintra!
   
    Este trar-lhe-á mais um exemplo de como tantas vezes, no inesperado, a Serra de Sintra faz com que as pessoas que há muito se conhecem se reencontrem. Mas isto, em lampejos de um recontar do século XVI: As Colinas dos Reencontros.

    Para ler o artigo bastará abrir a imagem (ou realizar download da mesma).

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 83 anos!