colecções disponíveis:
1. Lendas de Sintra 2. Sintra Magia e Misticismo 3. História de Sintra 4. O Mistério da Boca do Inferno 5. Escritores e Sintra
6. Sintra nas Memórias de Charles Merveilleux, Séc. XVIII 7. Contos de Sintra 8. Maçonaria em Sintra 9. Palácio da Pena 10. Subterrâneos de Sintra 11. Sintra, Imagem em Movimento


Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal de Sintra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal de Sintra. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Isolados na Serra (3.ª parte) - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 20 de Dezembro de 2019


Isolados na Serra (3.ª parte)
na edição de 20 de Dezembro de 2019
do Jornal de Sintra

    Finda aqui a viagem até ao passado daqueles que há muitos séculos atrás viveram na Serra de Sintra. A 3.ª parte mostra-nos - também - como lidavam com o frio de num Inverno como aquele que vivemos.

    «Na parte mais fechada de um vale que em sombra descia das colinas do Castelo de Sintra e da localização da ermida de Santa Maria da Pena (actual Palácio da Pena) e se ia lentamente abrindo e clareando, encontrava-se, há quase setecentos anos atrás, uma ermida. Nesses tempos, a cada 15 de Janeiro dirigiam-se as pessoas até esse escuro vale para cultuarem a invocação dessa ermida: Santo Amaro. Nesse mês frio, o povo usava os seus mantos e capas sobre as roupas de cores apagadas, tentando proteger-se como podia com as peles de cordeiro e de cabrito. Aqueles que de suas janelas, com o quente das lareiras por trás, miravam os que lá em baixo nas ruas enlameadas passavam, trajavam cores mais vivas e peles mais “requintadas”. Um dos que lá em baixo certo dia passou, acabara de sair de um convento no centro de uma Lisboa medieval e pôs-se a caminho desse sombrio vale na Serra de Sintra. Crê-se que seria o ano de 1374 e o seu nome era Álvaro. Com ele chegaram também dois Joões. Fugiram à crueldade da vida na cidade, e tentaram entregar-se a Deus através de uma vida eremítica na ermida e nas...»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 20 de Dezembro de 2019.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 85 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

"Isolados na Serra (2.ª parte)" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 22 de Novembro de 2019


Isolados na Serra (2.ª parte)
na edição de 22 de Novembro de 2019
do Jornal de Sintra

    A viagem até ao passado daqueles que aqui, na Serra de Sintra, há muitos séculos atrás viveram isolados, continua. Entre o desconforto que hoje nas nossas vidas percebemos e aquele que no passado distante descobrimos, vai a distância que não nos permite perceber que, entre esses do passado, existia quem ainda de forma mais dura tentava viver. Felizmente - para nós hoje, claro - aqui na nossa História vão permanecendo gravados.

    «Repare: ainda estamos no Outono e o frio que nos acossa faz-nos somente pensar em encontrarmos um recanto quente. E isso tendo todas as roupas tecnologicamente avançadas que hoje temos. Em casa – nas casas portuguesas, que são ambivalentemente más para Inverno e Verão – aqueles que têm aquecedores ligam-nos, aqueles que têm lareiras acendem-nas, mas tudo isso é apenas como uma rala esfera luminosa da fraca luz de uma vela numa imensidão escura. O tempo que as casas levam a aquecer é longo, e o tempo que levam a que o quente se dissipe é curto. Tenho estado só a falar dos nossos dias, sim. Mas olhemos agora para trás de nós, lá ao fundo na distância.

O interior dos sapatos com palha para os tentar tornar mais quentes, os caminhos enlameados, as roupas ensopadas e as abas dos chapéus dobradas perante a força da chuva, ou as gorras encharcadas. A maioria das pessoas não tinha acesso à variedade de mudas que nós temos hoje, nem com a mesma rapidez as secavam (tal como não as lavavam com...
»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 22 de Novembro de 2019.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 85 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

terça-feira, 5 de novembro de 2019

"Isolados na Serra (1.ª parte)" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 24 de Outubro de 2019


Isolados na Serra (1.ª parte)
na edição de 24 de Outubro de 2019
do Jornal de Sintra

    É no isolamento que muito em nós e também nos outros - pela sua ausência - conseguimos encontrar e compreender. Mas é também no isolamento de outros - de outros, do passado - que conseguimos perceber que por vezes a linha que divide loucura e excentricidade é extremamente ténue. Quer essa esteja relacionada com religião, espiritualidade, ou - para o caso, e relacionando isso com o passado - com a má vida.

    «"...Desgraçado. Diz um periódico de Sintra (Portugal) que foi há dias apresentado na autoridade local daquela povoação um súbdito espanhol que, atacado de uma singular monomania religiosa, divagava pela Serra de Sintra, tendo construído uma cova para a noite; comia somente castanhas cozidas e dormia em cima de umas ramas de pinheiro."

    Ainda o Parque da Pena não estava plantado, ainda nem sequer existia a Rampa da Pena, podíamos ler em castelhano a notícia que aqui transcrevi (ressurgida nos dias de hoje no Sintra Lendária). Para os espanhóis...
»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 24 de Outubro de 2019.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 85 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

sábado, 7 de setembro de 2019

"Nostradamus Por Sintra Ludibriado" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 30 de Agosto de 2019



Nostradamus Por Sintra Ludibriado
na edição de 30 de Agosto de 2019
do Jornal de Sintra


    Nostradamus? Mas como pode ser? Pode, e através de contornos que, apesar de não explicados por extenso no artigo (encontram-se em outro local), já mostram o que terá acontecido há cinco séculos atrás. E tudo com o ambiente que então em Portugal se vivia:

    «...para uma arena colocada onde temos hoje a Praça do Comércio, a qual era rodeada de ameias. O elefante entrou na arena e somente passados momentos foram levantados uns largos panos que colocaram a descoberto um rinoceronte que na arena já se encontrava escondido. Assim que o rinoceronte viu o elefante "fez um jeito para o índio que o trazia preso por uma cadeia comprida, como em modo de lhe dizer que o deixasse ir para onde o inimigo estava". Baixou o focinho e o corno, "assoprando pelas ventas com tanta força que fazia levantar o pó e palhas do chão, como se fosse um redemoinho de vento." O elefante – que não era ainda totalmente adulto –, apesar de uma tentativa inicial de intimidação com urros, dirigiu-se para uma das janelas gradeadas que estavam numa parte arena, torceu dois dos varões das grades – que eram consideravelmente grossas – saindo por entre essas e começando a correr para o Rossio "onde era sua pousada, não tendo conta com coisa que achasse diante, assim homens de pé como de cavalo, que perante todos passava, fazendo tamanha revolta que, com os brados que davam uns aos outros que se guardassem, parecia que era alguma batalha  (...)»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 30 de Agosto de 2019.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 85 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

terça-feira, 30 de julho de 2019

"Santa Maria da Pena e um Eclipse" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 12 de Julho de 2019

Santa Maria da Pena
e um Eclipse

na edição de 12 de Julho de 2019
do Jornal de Sintra


    Eclipse no sentido literal? Sim, no sentido literal. Se aconteceu? O eclipse? Sim, aconteceu. E poderá ter acontecido de uma forma muito especial e inesperada para quem olhe para o passado. E também para quem no passado o tenha vivido com a hipótese que se coloca.

    «Cerca de três dias depois, o Príncipe João veste uma longa capa dourada que se vai arrastando sobre os degraus que o Príncipe deixa para trás no seu subir até um cadafalso; sobe depois mais outro lanço de degraus que o levam até uma cadeira na qual se senta. Aí segura numa de suas mãos um ceptro. Momentos depois a mão deixa o ceptro para se juntar à sua outra e se apoiarem ambas sobre um missal; assim é prestado o seu juramento; com os nobres diante de si, prestam-lhe estes também um outro juramento; terminados os juramentos há uma bandeira do Reino de Portugal que se solta, assim como uma voz lança no ar: Real, Real, Real, pelo muito alto e muito poderoso El Rei D. João Nosso Senhor! O Príncipe transformado em Rei desce do estrado e monta um cavalo, gritando o dito Real, Real; o agora Rei D. João II começa a afastar-se a cavalo do cadafalso onde foi coroado, percorrendo um terreiro cercado por edificações: o terreiro do antigo Paço Real de Sintra.
    Os anos foram  (...)
»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 12 de Julho de 2019.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 85 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

"O Cavaleiro Portugal e a Serra de Sintra (Gil Vicente - 2.ª parte)" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 09 de Novembro de 2018

O Cavaleiro Portugal e a
Serra de Sintra

na edição de 09 de Novembro de 2018
do Jornal de Sintra


    O Cavaleiro Portugal? Sim, o Cavaleiro Portugal. Continuo com a forma como Gil Vicente expressava o seu sentir de Sintra, filtrado esse pela fantasia do Mestra. E chamava-se então, no tempo do Cavaleiro Portugal, a Serra de Sintra dessa maneira?

    «E é assim que começa a Farsa da Lusitânia, dizendo-nos que uma ninfa, há três mil anos atrás, tinha por morada uns rochedos ao pé da Serra de Sintra, serra que então se chamava Solércia (“Solércia” queria dizer tanto agudeza de espírito e esperteza, como algo capaz de desencantar mil ardis ou de muita manha ter). O Sol, que passava sempre na distância e via aquela ninfa de nome Lisibea entre as rochas próximas da Serra de Sintra, "e a visse nua sem nenhuma cobertura, tão perfeita em suas corporais proporções, como formosa em todolos lugares de sua gentileza", fez, através do amor entre ambos, que Lisibea desse à luz uma filha de nome "Lusitânia".  (...)»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 09 de Novembro de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

terça-feira, 16 de outubro de 2018

"Terra de Cardos e de Pedras (Gil Vicente - 1.ª parte)" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 28 de Setembro de 2018

Terra de Cardos e de Pedras
na edição de 28 de Setembro de 2018
do Jornal de Sintra


    A muitos estranho poderá parecer um título que depreciativo parece. Mas, dando o benefício da dúvida aos artistas, logo perceberá do que se fala. E quem fala. E do que se falará nas outras partes desta sequência sobre Sintra e Gil Vicente. Mas o melhor é ficar com um trecho das capacidades do grande astro do teatro português:

    «Mas Mestre Gil era muito mais do que alguém com grandes capacidades para executar algumas poucas funções. Gil Vicente era ele próprio um gerador de fantasia. No ano de 1520 esperava-se a entrada em Lisboa do Rei D. Manuel e da Rainha. O Mestre era reconhecido pela sua fantasia a ponto tal que o Rei deu indicações para que se seguissem todas as sugestões do Mestre. Quando se viu chegado o dia da entrada do Rei e da Rainha, havia inclusivamente no Tejo uma caravela mal aparelhada e de velas esfarrapadas e pintadas de más pinturas de que saíam grandes fumaças e fogos artificiais (...) e muitos trovões; e a caravela sem governar ora através ora a popa (...) e os diabos fazendo coisas de muito prazer com que houve a maior festa do recebimento... No dia seguinte, o Rei e a Rainha tinham muitas plataformas ou palcos por entre os quais haviam de passar. Num deles era visível um homem deitado, adormecido, do peito do qual saía uma grande árvore dourada (a Árvore de Jessé, brotando do peito de Adão) tendo essa árvore representações de todos os reis e de todos os profetas, acima desses estando Deus com os seus anjos, estes últimos tocando seus instrumentos musicais. Ao lado desse palco, um outro muito coberto de ramos e arvoredo, com muitas fontes de água, que representava a Ilha da Madeira; e no meio uns ricos aposentos em que viviam quatro fadas e em uma rica câmara estava um berço dourado que embalavam quatro sereias cantando suavemente; e as fadas falaram em lugar da Ilha, oferecendo-se para criarem o filho ou filha primeiro que [a Rainha] parisse, e [que] seria por elas fadado...»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 28 de Setembro de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

domingo, 8 de julho de 2018

"Armas de Sintra" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 29 de Junho de 2018

Armas de Sintra
na edição de 29 de Junho de 2018
do Jornal de Sintra

    Estas são as Armas que nos defendem e que defender queremos.
    Embora possa parecer um discurso belicista, estas Armas tratam apenas do passado e do presente de Sintra. Não numa lâmina de aço, mas em qualquer lâmina que contrarie o que negro ou desonroso seja para o município.

    Mas o uso de identificadores de casas ou de honra - e o ideal seria que de ambas sempre se tratasse - começou há muito muito tempo atrás, para até nós hoje chegar:

    ...destaco as cores que têm sido a cara do município ao longo das décadas que foram passando: o amarelo (ouro) e azul. Mais do que o seu significado em heráldica, nobreza para a primeira e ar para a segunda, prefiro lembrar-me não de um dos primeiros eléctricos da Praia das Maçãs (azuis) ao Sol de Verão, mas das palavras de Afonso de Albuquerque sobre Malaca, as quais procuraram no Reino encontrar algo que tão luxuoso fosse como aquilo que lá havia visto: "...porque ha hy mais ouro e azull em malaca que nos paços de simtra..."

    Não foram estas as únicas cores usadas, mas abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este meu último artigo sobre as Armas de Sintra, saído na edição do Jornal de Sintra de 29 de Junho de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

terça-feira, 5 de junho de 2018

"Castro Forte" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 1 de Junho de 2018

Castro Forte
na edição de 1 de Junho de 2018
do Jornal de Sintra

Este Castro não alude a uma fortaleza de pedra; trata-se antes de uma fortaleza humana do século XVI a qual a desonra não conseguiu corromper. Castro Forte foi como Luís Vaz de Camões o nominou em Os Lusíadas. Este Castro Forte era outro daqueles, daqueles...

    «...outros em quem poder não teve a morte».
    É assim que Luís de Camões canta D. João de Castro, o Castro forte em quem poder não teve a morte. E esta é mais uma das vezes em que aqui falarei do grande D. João de Castro.
(...)

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este meu último artigo sobre Sintra e sobre o Grande D. João de Castro, saído na edição do Jornal de Sintra de 1 de Junho de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

segunda-feira, 30 de abril de 2018

"Invenção e Exaltação nos Capuchos" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 27 de Abril de 2018

Exaltação e Invenção nos Capuchos
na edição de 27 de Abril de 2018
do Jornal de Sintra

Que Exaltação e que Invenção foram estas? É o que irá saber agora ao poder consultar gratuitamente online o meu último artigo no Jornal de Sintra. Invenção e Exaltação nos Capuchos trar-lhe-á o que decerto não espera e que assinala algo de grande e sentimental importância:

    Mas hoje o Convento dos Capuchos irá mostrar-nos o que nos próximos dias chegará. E isso
está relacionado com a sua invocação original, com o nome através do qual surgiu na Serra de
Sintra: Convento
da Santa Cruz da Serra de Sintra.
    No ano de 312 o Imperador... (...)


    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 27 de Abril de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

domingo, 25 de fevereiro de 2018

"A Rainha Mãe" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 23 de Fevereiro de 2018

A Rainha Mãe
na edição de 23 de Fevereiro de 2018
do Jornal de Sintra


    Já se encontra disponível para leitura gratuita online o meu último artigo no Jornal de Sintra. A Rainha Mãe traz um ambiente do século XVI e as responsabilidades e amor que uma estrangeira no Reino de Portugal teve.

    Ao final do dia que se seguiu ao de sua morte, o corpo da Rainha saiu do Paço de Enxobregas (actualmente Xabregas; antigamente local paradisíaco) acamado num esquife, acompanhado por cerca de dois mil cavaleiros segurando tochas. Milhares de mãos iam tocando nos varais do esquife à medida que esse ia atravessando as apertadas e sinuosas ruas da cidade amuralhada de Lisboa, por entre prantos e gritos de desgostoso e amargo querer do povo, recusando aceitar a decisão divina da sua partida deste mundo. Chegado a... (...)

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 23 de Fevereiro de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

"Tramas de Amor do Século XIX" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 26 de Janeiro de 2018

Tramas de Amor do Século XIX
na edição de 26 de Janeiro de 2018
do Jornal de Sintra

    Já poderá ler gratuitamente e online o meu último artigo no Jornal de Sintra. Tramas de Amor do Século XIX mostrar-lhe-á um ambiente das intrigas amorosas vividas em redor do Paço Real de Sintra, através de uma cujo exemplo é constituído por um triângulo amoroso perdido na história. E o tempo em que entramos é propício para o seu recordar:

    A caminho do mês da Lupercália, do mês do especial dia 14 e daquilo que antecede a transição para a estação que em suas cores o amor floresce, lentamente nos... (...)

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 26 de Janeiro de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.




ir para a página de Facebook O Caminheiro de Sintra

terça-feira, 28 de novembro de 2017

"Ossos dos Ilícitos Ofícios" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 24 de Novembro de 2017

Ossos dos Ilícitos Ofícios
na edição de 24 de Novembro de 2017
do Jornal de Sintra

    Já tem ao seu dispor para leitura online - e gratuita - o meu último artigo no Jornal de Sintra. Ossos dos Ilícitos Ofícios acrescenta mais uns pormenores ao conhecimento de um ser humano que por esta Serra passou e que deixou essa marca nas suas memórias. Mas existe também quem em sua vida tenha deixado as marcas que o influenciaram:

    É difícil – muito difícil – conseguir detalhar-se o seu percurso de vida, mas andando para trás no tempo, a caminho do seu nascimento – ao invés de falar somente das coisas que conseguiu na idade adulta e até sua morte – conseguimos encontrar alguns pormenores verdadeiramente atraentes. Aqui e ali vamos tendo alguns lampejos. Uma das coisas mais interessantes com a qual me deparei foram uma série de processos – “processos” e não “sessões” – relacionados com um caso. Esse caso mostra-nos como era a família no seio da qual o nosso estrangeiro cresceu. Ele era apenas (...)

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 24 de Novembro de 2017.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro último 83 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.









terça-feira, 23 de maio de 2017

"A Pedra Amarela e Uma Raposa de Fernão Lopes" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 19 de Maio de 2017

A Pedra Amarela e Uma Raposa de Fernão Lopes
na edição de 19 de Maio de 2017
do Jornal de Sintra


    Já poderá ler online o meu último artigo no Jornal de Sintra, que através das mutações das lendas e da impossibilidade das fábulas, nos leva do século XIX até à Antiguidade Clássica. Trata de uma memória minha de há mais de vinte anos atrás, incidindo sobre um dos pontos mais conhecidos da Serra de Sintra: A Pedra Amarela e Uma Raposa de Fernão Lopes.

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 19 de Maio de 2017.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 83 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.










terça-feira, 18 de abril de 2017

"Leys Extravagantes" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 7 de Abril de 2017


Leys Extravagantes
na edição de 7 de Abril de 2017
do Jornal de Sintra

    Poderá a partir de agora aceder online ao meu último artigo no Jornal de Sintra: Leys Extravagantes.

    Será uma voz que vinda do passado, veio também de um dos cumes da Serra para influenciar a mais importante alma do Reino.

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 7 de Abril de 2017.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 83 anos!









quinta-feira, 16 de março de 2017

João de Sá, o Panasco - Um Cavaleiro Negro no Século XVI (segunda parte)

a segunda parte do artigo
João de Sá, o Panasco
na edição de 10 de Março de 2017
do Jornal de Sintra

    Já se encontra disponível online a segunda parte do meu último artigo no Jornal de Sintra: João de Sá, o Panasco.

    Para ler o artigo (esta é a segunda parte do mesmo) bastará abrir a imagem (ou realizar download da mesma).

    A primeira parte encontra-se também disponível para consulta online aqui.

    A estranheza do nome desvanecer-se-á quando olhar para trás no tempo e se aperceber que a projecção de esterótipos no passado raramente funciona. Afinal, a vida é toda um improviso e pouco linear, não tendo o passado sido excepção.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 83 anos!









domingo, 29 de janeiro de 2017

"As Colinas dos Reencontros" - Jornal de Sintra, 13 de Janeiro de 2017

As Colinas dos Reencontros
edição de 13 de Janeiro de 2017
do Jornal de Sintra

    Já se encontra disponível online o meu último artigo do Jornal de Sintra!
   
    Este trar-lhe-á mais um exemplo de como tantas vezes, no inesperado, a Serra de Sintra faz com que as pessoas que há muito se conhecem se reencontrem. Mas isto, em lampejos de um recontar do século XVI: As Colinas dos Reencontros.

    Para ler o artigo bastará abrir a imagem (ou realizar download da mesma).

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 83 anos!