colecções disponíveis:
1. Lendas de Sintra 2. Sintra Magia e Misticismo 3. História de Sintra 4. O Mistério da Boca do Inferno 5. Escritores e Sintra
6. Sintra nas Memórias de Charles Merveilleux, Séc. XVIII 7. Contos de Sintra 8. Maçonaria em Sintra 9. Palácio da Pena 10. Subterrâneos de Sintra 11. Sintra, Imagem em Movimento


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

"Metello, Um Herói do Romantismo Português" - Jornal de Sintra, 15 de Janeiro de 2016


Metello, Um Herói do Romantismo Português
edição de 15 de Janeiro de 2016 do
Jornal de Sintra

    Se quiser consultar o meu primeiro artigo do espaço Lendas e Factos Lendários de Sintra no Jornal de Sintra, poderá fazê-lo abrindo a imagem (ou fazendo download da mesma) ou então seguindo o link do site do Jornal de Sintra e abrindo a edição de 15 de Janeiro de 2016 - o link abrirá num PDF e o artigo encontrar-se-á na página 2.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que conta já com 82 anos e infindáveis outros por vir.













domingo, 24 de janeiro de 2016

Palestra na cidade do Porto: "História e Lendas de Sintra"

História e Lendas de Sintra - palestra de entrada livre na cidade do Porto


➤ Na cidade do Porto, 
para aqueles que da beleza e da fantasia 
de Sintra sentem saudades.


    Estarei no próximo dia 21 de Fevereiro de 2016 (um final de tarde de Domingo) na cidade do Porto para uma palestra sobre a História e as Lendas de Sintra.

    Será no espaço Marabô, situado entre o Palácio de Cristal e o Museu Soares dos Reis.

    Deixo a todos o meu convite para esta palestra de entrada livre na qual poderão conhecer mais sobre o encanto de Sintra, quer em imagens antigas, quer na história e em lendas que contadas e recontadas foram ganhando vida própria e entrelaçando realidade e fantasia.


➤ Marabô - Formações e Eventos Culturais
Rua D. Manuel II
nº 136, 1º Direito
4050-343 Porto
(entre o Palácio de Cristal e o Museu Soares dos Reis)


➤ Contactos:

... Marabô
e-mail: marabo.formacoes@gmail.com
telefone: 910 785 717

... Miguel Boim / O Caminheiro de Sintra
e-mail: caminheiro.de.sintra@gmail.com


➤ Para divulgação através de Facebook:




terça-feira, 12 de janeiro de 2016

"Miguel Boim Desbrava as Lendas de Sintra" - entrevista realizada pelo Jornal de Sintra (edição de 18-12-2015)



para uma melhor leitura é aconselhável que
faça download da imagem

      Em Dezembro último fui entrevistado pelo Jornal de Sintra. Entre o livro Sintra Lendária, as caminhadas e os projectos que correm, deixei vislumbres de algumas histórias da História de Sintra, tão encantadoras na sua fantástica realidade.

      Para uma melhor leitura é aconselhável que faça download da imagem presente neste post.

      Também poderá obter o ficheiro PDF desta edição do Jornal de Sintra - na íntegra - aqui.

      Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que conta já com 82 anos e infindáveis outros por vir.






quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O Mosteiro da Pena no Dia de São Jerónimo de 1743



© Texto e pesquisa: O Caminheiro de Sintra
© Grafismo: O Caminheiro de Sintra


o antigo Mosteiro da Pena, actual Palácio da Pena
grafismo de O Caminheiro de Sintra / Miguel Boim

Hoje, 30 de Setembro, dia de São Jerónimo, distam 272 anos até ao momento em que um raio, do céu caído, entrou pelo antigo Mosteiro da Pena (actual palácio da Pena).

A curiosidade desse ano de 1743 é espicaçada por o Mosteiro da Pena ter pertencido à Ordem dos Jerónimos; e o raio lá ter entrado, precisamente no dia em que se celebrava o dia de São Jerónimo, santo no qual a Ordem se inspirava.

E nem a oração que havia sido entregue por um anjo aos monges da Pena, lhes pôde valer naquele 30 de Setembro.

"Christus Rex venit in pace,
Et Deus homo factus est..."

O grafismo fi-lo para celebrar o dia. E o Mosteiro da Pena. E as histórias da História de Sintra, sempre tão cheia de fantasia.


P.S.: Se quiser saber mais sobre o antigo Mosteiro da Pena e suas histórias, tem no Sintra Lendária - Histórias e Lendas do Monte da Lua, um capítulo inteiro dedicado ao antigo Ninho de Águia de Sintra, no que toca à sua vivência humana.  Para conteúdo mais generalizado tem  ainda o Mosteiro, Palácio e Parque da Pena na Serra de Sintra de Tude de Sousa, e ainda O Palácio e o Parque da Pena, Fontes e Bibliografia Para Apoio à Investigação Histórica, vv. 1 e 2, de Jorge Muchagato.

domingo, 20 de setembro de 2015

O Regresso

para além das palavras, o projecto que actualmente decorre
contará também com alguns traços de minha autoria


  Passaram mais de dois anos e meio sem que aqui neste espaço tenha produzido algo que pudesse ser por si lido. Nestes dois anos e meio ficaram aqui pendentes perto de uma centena de comentários.
  E nestes dois anos e meio, muito se passou em cima da ponte sob a qual correm as águas do tempo.

  A transmissão da história e das lendas de Sintra nas visitas nocturnas (e também diurnas) ganhou uma grande frequência devido ao interesse que tem neste tempo sido revelado pelas pessoas - quer as de Sintra, quer as de perto de Sintra, quer as que de muito longe muitas vezes vêm.
  Com essas visitas foram desenvolvidos novos temas, uns já tendo aparecido, outros aguardando o seu momento para o fazer.
  Algumas dessas visitas, em caminhadas nocturnas por entre a vegetação mostrando nos ares castelos e palácios iluminados; outras, a espaços seculares como a Igreja de Santa Maria ou o Convento dos Capuchos.

  Surgiu também por si a revista "O Caminheiro de Sintra", em que de número para número tem ganho mais páginas e, mais do que isso, tem ganho uma vida própria. Trata-se de uma revista gratuita, para a receber tendo apenas de enviar um e-mail com "subscrição" no assunto.

  Foi finalmente consumado o convite que a editora Zéfiro me fez há anos, e que resultou no livro "Sintra Lendária - Histórias e Lendas do Monte da Lua". Para além desse se encontrar espalhado pelas livrarias do país, também se pode encontrar em muitos estabelecimentos de Sintra - os quais aqui felicito por ajudarem a transmitir a história e tradições de Sintra: Café Saudade, Espaço Edla, Casa do Preto, Jornal de Sintra, T. Tradições, Ishtar (Casa do Fauno), Lugar dos Sabores, Sintra Magic, (que me perdoe quem por meu eventual esquecimento se sinta lesado).

  Neste tempo tive também a honra de ser convidado pela JWT para ser seu consultor de conteúdo (de mitos e lendas), na execução do novo Centro Interativo Mitos e Lendas de Sintra.



  E, neste momento, encontro-me a terminar um outro projecto, que terá no meio das palavras, alguns traços de minha autoria.

  Foram estes, alguns dos momentos mais importantes nestes dois anos e meio de silêncio neste espaço. Acaba esta mensagem por representar assim - e assim eu próprio o esperando - o meu regresso aqui, a um espaço que desejo que possa dar muito mais do que até agora deu, e que possa dar de forma mais ampla, algum do património imaterial que Sintra possui, e que se vai também ele formando no correr dos nossos dias.

  Um sentido obrigado a todos aqueles que têm acompanhado o meu trabalho, estando visíveis ou não, estando presentes ou distantes, mas que são aqueles a quem é dirigido tudo o que faço.



P.S.: Assim que possível, começarei a responder a todos os comentários que foram ficando pendentes.

domingo, 10 de março de 2013

"Em Cintra" - ano de 1926, por Artur Costa de Macedo



© Pesquisa e texto: O Caminheiro de Sintra
Filme: Cinemateca Portuguesa



  Os dias, os meses, os anos passam, e são as memórias que nos ficam. Quando essas se vão apagando com a saída na última estação da vida, sobram aquelas que foram guardadas para outros as recordarem. Felizmente é este o caso, que já tocou até o coração de quem conheceu pessoas que aparecem neste curto filme.

  Em Cintra, realizado por Artur Costa de Macedo a pedido da antiga Sociedade de Turismo de Sintra no ano de 1926 para um lote de três filmes conhecidos pela designação de Actualidades, apresenta-nos uma sequência de curtos momentos em determinados locais de Sintra, vividos nesse mesmo ano.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Origem do Nome Cintra - ou "Sintra" e "Cintra"



© Pesquisa e texto: O Caminheiro de Sintra
Imagem: Arquivo d'O Caminheiro de Sintra


gravura pretendendo ter o valor das armas
da Vila de Cintra, no ano de 1859
   
    Sintra, tendo passado por várias grafias em latim e em português, passou em finais do século XVI / inícios do século XVII, a ver seu nome escrito com ‘C’: Cintra.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Fonte dos Amores em Sintra - com contributos para Colares



© Pesquisa e texto: O Caminheiro de Sintra
Imagens: Arquivo d'O Caminheiro de Sintra


Fontaine des Amours, Fonte dos Amores em Sintra por Célestine Brélaz
em 1840 
    Quem nunca ouviu falar na Fonte dos Amores, em Sintra? Na Fonte dos Amores, no Caminho da Fonte dos Amores… Ou até talvez tenha ouvido na sua forma mais arcaica, Passeio dos Amôres... Celebrizada por Eça de Queirós numa enumerativa passagem das maravilhas de Sintra em Os Maias, ou da mesma obra numa carta de João da Ega, dizendo… e vêr o que estão fazendo os myosotis junto á meiga fonte dos Amores...

    Mas sem dúvida que a primeira, a enumerativa, é a mais usada. Dir-se-á antes: a mais gasta - no agastante ofuscar do turismo.

Cascata dos Pisões, muitas vezes confundida com
a Fonte dos Amores em Sintra
    Todavia, sendo tão mencionada no cansativo badalar da dita expressão, não se ouve, não se sabe quem diga onde a Fonte dos Amores fica. Contribui para isso o facto de essa ficar em propriedade privada, circunstância essa que quer em relação à Fonte dos Amores, quer em relação a qualquer outro item do património, deverá sempre ser respeitada, pela lei, e acima de tudo, pela liberdade individual de cada um, ou no conhecer dos limites dessa. Pergunta-se porque ainda o refiro? Porque infelizmente é prática comum ceder-se à vontade, ao invés de manter bem definida e bem visível, a fronteira do respeito.

    Outra das razões talvez seja também o facto de ser uma denominação comum em Portugal. Vem de imediato à memória, a Fonte dos Amores em Coimbra, palco de uma das mais belíssimas histórias de amor da nossa cultura. E é curioso que esse pequeno palco da história de Pedro e Inês - em consumação de eterno amor tumularmente voltados um para o outro - é situado na Quinta das Lágrimas, também conhecida como Quinta do Pombal. Engraçado porquê? Adiante o verá.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Chronica Gothorum / Chronicon Lusitanum - excertos sobre Sintra em português

© Pesquisa e texto: O Caminheiro de Sintra
Imagens: Arquivo d'O Caminheiro de Sintra
Recolecção do texto em latim: Marc Szwajcer
Tradução latim-português de excertos relacionados com Sintra: O Caminheiro de Sintra


túmulo de D. Afonso Henriques no Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra,
neto de D. Afonso VI de Leão e Castela, Reconquistador de Sintra em 1093

    Por não se encontrar por estes dias com grande facilidade na internet a Chronica Gothorum ou Chronicon Lusitanum, é aqui apresentado o dito documento. Razão outra é a menção a Sintra em alguns de seus itens, que do documento aqui apresentado em latim foram esses aqui traduzidos para português.

    A Chronica Gothorum aparece com tal denominação pela primeira vez na terceira parta da obra Monarchia Lusitana, de Frei António Brandão, impressa em 1632. Na sua apresentação, Frei António Brandão refere que existem duas versões desta suposta crónica dos Godos, e que a apresentada por ele é a versão mais extensa, tendo essa sido antes possessão de André de Resende.
Chronica Gottorvm, Chronica Gothorum,
Chronicon Lusitanum, Chronica Lusitana
    O seu autor é desconhecido, assim como a data em que foi feita. Poder-se-ia inferir como sendo dos tempos de D. Afonso Henriques, visto que o relato dessa vem desde 328 d.C. com a entrada dos Godos na Península Ibérica, até ao ano de 1186 da nossa Era. Ou poder-se-ia inferir que por se apresentar com a datação da Era Hispânica ou Era de César, seria anterior a 1422, data da alteração do calendário no reino de Portugal, da Era de César para a Era de Cristo. Contudo, estas inferências encontram-se longe da objectivação da razão na realidade.

    Pouco tempo antes de 1764, a Chronica Gothorum conhece nova impressão, desta feita através de Frei e Padre Henrique Flórez de Setién y Huidobro, no décimo quarto volume da sua obra España Sagrada. É nesta edição que a denominação é mudada de "Chronica Gothorum" para "Chronicon Lusitanum" (mais tarde passando a Chronica Lusitana), decisão justificada pelo próprio, escrevendo que essa pouco tinha que ver com o reino dos Godos, senão que com o reino dos Portugueses.
Enrique Flórez de Setién y Huidobro, autor de España Sagrada
contendo a Chronicon Lusitanum ou a Chronica Gothorum
    O que abaixo se apresenta é o documento em latim, com a datação da Era Hispânica ou da Era de César, e nos três anos em que Sintra é mencionada a tradução em português encontra-se no item cronológico seguinte, começando por pontilhado, com a datação da Era de Cristo, e texto em itálico.


Æra 349. Egressi sunt Gothi de terra sua.

Æra 366. Ingresi sunt Hispaniam, & regnaverunt ibi annis 387. De terra autem sua perveniunt ad Hispaniam per 17. annos.

domingo, 15 de abril de 2012

Drácula em Sintra (Jess Franco)




© Pesquisa e texto: O Caminheiro de Sintra



    Mais do que estender palavras neste artigo, talvez seja melhor focar o sem-fim de hipóteses que Sintra e sua atmosfera à fantasia possibilitam. Isso mesmo é observável no genérico deste Drácula Contra Frankenstein de Jess Franco (Jesus Franco), de 1972, em que pegando em elementos simples e nem por isso arcaicos, consegue transmitir de forma quase perfeita, o sentimento de um Drácula em Sintra.

La Fille de Dracula, 1972
    Para além do Drácula Contra Frankenstein, Jess Franco rodou no mesmo ano de 1972, utilizando também Sintra, o filme La Fille de Dracula, onde a Quinta da Regaleira se veste de dracúlea forma.