colecções disponíveis:
1. Lendas de Sintra 2. Sintra Magia e Misticismo 3. História de Sintra 4. O Mistério da Boca do Inferno 5. Escritores e Sintra
6. Sintra nas Memórias de Charles Merveilleux, Séc. XVIII 7. Contos de Sintra 8. Maçonaria em Sintra 9. Palácio da Pena 10. Subterrâneos de Sintra 11. Sintra, Imagem em Movimento


sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Miguel Boim como Senhor Sommer - ("A História do Senhor Sommer", de Patrick Süskind) - Literatura Aqui, RTP 2





      Na passada Terça-feira, 06 de Novembro, dei corpo ao Senhor Sommer no programa Literatura Aqui, da RTP 2.

      Aqui ficam alguns excertos de A História do Senhor Sommer, de Patrick Süskind (autor de O Perfume), lidos por Filipa Leal, assim como alguns recantos da Serra de Sintra.




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terça-feira, 16 de outubro de 2018

"Terra de Cardos e de Pedras (Gil Vicente - 1.ª parte)" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 28 de Setembro de 2018

Terra de Cardos e de Pedras
na edição de 28 de Setembro de 2018
do Jornal de Sintra


    A muitos estranho poderá parecer um título que depreciativo parece. Mas, dando o benefício da dúvida aos artistas, logo perceberá do que se fala. E quem fala. E do que se falará nas outras partes desta sequência sobre Sintra e Gil Vicente. Mas o melhor é ficar com um trecho das capacidades do grande astro do teatro português:

    «Mas Mestre Gil era muito mais do que alguém com grandes capacidades para executar algumas poucas funções. Gil Vicente era ele próprio um gerador de fantasia. No ano de 1520 esperava-se a entrada em Lisboa do Rei D. Manuel e da Rainha. O Mestre era reconhecido pela sua fantasia a ponto tal que o Rei deu indicações para que se seguissem todas as sugestões do Mestre. Quando se viu chegado o dia da entrada do Rei e da Rainha, havia inclusivamente no Tejo uma caravela mal aparelhada e de velas esfarrapadas e pintadas de más pinturas de que saíam grandes fumaças e fogos artificiais (...) e muitos trovões; e a caravela sem governar ora através ora a popa (...) e os diabos fazendo coisas de muito prazer com que houve a maior festa do recebimento... No dia seguinte, o Rei e a Rainha tinham muitas plataformas ou palcos por entre os quais haviam de passar. Num deles era visível um homem deitado, adormecido, do peito do qual saía uma grande árvore dourada (a Árvore de Jessé, brotando do peito de Adão) tendo essa árvore representações de todos os reis e de todos os profetas, acima desses estando Deus com os seus anjos, estes últimos tocando seus instrumentos musicais. Ao lado desse palco, um outro muito coberto de ramos e arvoredo, com muitas fontes de água, que representava a Ilha da Madeira; e no meio uns ricos aposentos em que viviam quatro fadas e em uma rica câmara estava um berço dourado que embalavam quatro sereias cantando suavemente; e as fadas falaram em lugar da Ilha, oferecendo-se para criarem o filho ou filha primeiro que [a Rainha] parisse, e [que] seria por elas fadado...»

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 28 de Setembro de 2018.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos!

    E não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.





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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Entrevista com Miguel Boim, O Caminheiro de Sintra, na RDS Rádio (8 de Setembro de 2018)





    No passado dia 8 de Setembro estive nos estúdios da RDS Rádio numa entrevista conduzida por Carlos Pinto Costa.

    Tendo sido uma entrevista com rédea livre, foram muitos - e mais pessoais - os temas abordados, começando logo com a forma como o trabalho relacionado com a História de Sintra que venho há anos a desenvolver, surgiu.

    Mas também algo acerca do qual muitas pessoas muitas vezes me questionam: qual o mistério da Serra de Sintra que a faz cativar as pessoas? 

    Entre coisas mais pessoais, foi inevitável o surgir na conversa o facto de ter crescido no coração da Baixa Pombalina e de como, partindo daí, se iniciou a minha relação com a Serra de Sintra.

    Além destes, muitos outros temas surgiram ao longo da entrevista, a qual o(a) convido a agora ouvir.






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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

O Coração de Jorge Telles de Menezes




    O último artigo que escrevi para o Jornal de Sintra é para mim um dos mais especiais. Quando o escrevi quis celebrá-lo como trigésimo ao dedicá-lo ao poeta e sonhador Jorge Telles de Menezes. O Jorge já se encontrava adoentado há vários meses e quis com esta dedicatória fazê-lo sorrir, tal como a mim me continua a fazer quando da sua essência me lembro. Acabou por deixar-nos na semana em que este artigo ia ser publicado.

Uma minha memória do poeta sonhador, Jorge Telles de Menezes,
no ano de 2015 na Igreja de Santa Maria.
    A vontade de escrever esse conteúdo surgiu com uma memória em que eu, o Nuno Vicente e o Jorge saíamos de um qualquer sítio e o poeta e sonhador que nos deixou começou a evocar um episódio de William Beckford aqui em São Pedro. Desse episódio o Jorge lembrava-se do sonhador injustiçado; eu lembrava-me apenas da parte que o precedia, quando o sonhador injustiçado, Beckford, cavalgava rasgando o escuro da floresta com um véu de uma tocha, até instrumentos de sopro se terem em timbre mostrado através da espessa mata.

     Quando o escrevi lembrei-me ainda de outros poetas e sonhadores que Sintra aqui acolheu. Mas sempre com a essência e aquela memória do Jorge presente.


    « ...em inícios de Setembro, antes de chegarem à dita casa começaram na noite a ouvir, saindo da espessa mata, os sons de vozes e instrumentos de sopro. Eram os preparos que se davam para ali receberem a Rainha D. Maria I, naquela noite em que não corria aragem, naquela noite em que nem as chamas das velas junto das fontes sequer se agitavam.
    Passados dias, nesse mesmo Setembro de 1787, Beckford visitara a Penha Verde conhecendo a história do Grande Dom João de Castro. E novamente foi até à quinta onde hoje vive D. Duarte Pio de Bragança. Nessa noite em que a Rainha D. Maria I foi ali recebida, no seu chegar, sentou-se “defronte da janela de grades, detrás da qual eu estava”. Beckford, pelo seu estatuto, já deveria ter sido apresentado (...) »


    Este é um excerto da minha memória desse dia do passado em que os sonhos saíam em palavras de três bocas, mas em que o bater de cada um desses corações era, na realidade, a verdadeira e mais sincera comunicação.

As silhuetas do Jorge Telles de Menezes, do Nuno Vicente,
e a minha. Créditos Fotográficos: Lígia Cabral.
    Nem sei bem como explicar isto, mas "quando aqui cheguei" (nas infinitas aspas que a expressão pode ter) o Jorge foi a pessoa mais desprovida de complexos autóctones e de coração mais cheio que encontrei. Desde o "primeiro momento" tratou-me de uma das mais fraternas formas que neste mundo se pode sentir. O sonho comandava a sua vida, num eterno enamoramento com o bem, com o doce, com o longo núbio em que lentamente fechar os olhos se pode para viver o que nesta dimensão mais interessa e que pertença de outra é.

    O maior consolo que tenho é a certeza de que o poeta viveu como um sonhador toda a sua vida. Viveu como um sonhador, tendo alcançado o amor no fim do fio que aqui fisicamente nos une. Viveu como a vida devia ser vivida. Tão importante como a sua obra, é aquilo que o Jorge continua a ser. E foi tudo aquilo que ele foi, que ele é, aquilo que gerou a sua obra. E o que continuará a ser é o homem que para nós sempre foi. E esse homem vive nos nossos corações.

Longa existência aos Sonhadores! 💚





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"Poetas e Sonhos" - Miguel Boim, Jorge Telles de Menezes, Jornal de Sintra, 31 de Agosto de 2018

Poetas e Sonhos
na edição de 31 de Agosto de 2018
do Jornal de Sintra

    Este é para mim um dos mais especiais artigos. Quando o escrevi quis celebrá-lo como trigésimo ao dedicá-lo ao poeta e sonhador Jorge Telles de Menezes. O Jorge já se encontrava adoentado há vários meses e quis com esta dedicatória fazê-lo sorrir, tal como a mim me continua a fazer quando da sua essência me lembro. Acabou por deixar-nos na semana em que este artigo ia ser publicado.

    A vontade de escrever este conteúdo surgiu com uma memória em que eu, o Nuno Vicente e o Jorge saíamos de um qualquer sítio e o poeta e sonhador que nos deixou começou a evocar um episódio de William Beckford aqui em São Pedro. Desse episódio o Jorge lembrava-se do poeta injustiçado; eu lembrava-me apenas da parte que o precedia, quando o poeta injustiçado, o Beckford, cavalgava rasgando o escuro da floresta com o véu de uma tocha, até instrumentos de sopro se terem em timbre mostrado através da espessa mata.

     Quando o escrevi lembrei-me ainda de outros poetas e sonhadores que Sintra aqui acolheu. Mas sempre com a essência e aquela memória do Jorge presente.

    « ...em inícios de Setembro, antes de chegarem à dita casa começaram na noite a ouvir, saindo da espessa mata, os sons de vozes e instrumentos de sopro. Eram os preparos que se davam para ali receberem a Rainha D. Maria I, naquela noite em que não corria aragem, naquela noite em que nem as chamas das velas junto das fontes sequer se agitavam.

    Passados dias, nesse mesmo Setembro de 1787, Beckford visitara a Penha Verde conhecendo a história do Grande Dom João de Castro. E novamente foi até à quinta onde hoje vive D. Duarte Pio de Bragança. Nessa noite em que a Rainha D. Maria I foi ali recebida, no seu chegar, sentou-se “defronte da janela de grades, detrás da qual eu estava”. Beckford, pelo seu estatuto, já deveria ter sido apresentado
(...) »

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler algumas das palavras que foram inspiradas pela essência do poeta e sonhador Jorge Telles de Menezes.

    Deixo ainda o habitual convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que completou em Janeiro deste ano os seus 84 anos. Não se esqueça que também tem disponíveis online os meus anteriores artigos do Jornal de Sintra - para além daqueles de publicação exclusiva no blog.

    E do Jorge continuará a ter sempre as suas palavras de poeta e sonhador.





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domingo, 8 de julho de 2018

"Armas de Sintra" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 29 de Junho de 2018

Armas de Sintra
na edição de 29 de Junho de 2018
do Jornal de Sintra

    Estas são as Armas que nos defendem e que defender queremos.
    Embora possa parecer um discurso belicista, estas Armas tratam apenas do passado e do presente de Sintra. Não numa lâmina de aço, mas em qualquer lâmina que contrarie o que negro ou desonroso seja para o município.

    Mas o uso de identificadores de casas ou de honra - e o ideal seria que de ambas sempre se tratasse - começou há muito muito tempo atrás, para até nós hoje chegar:

    ...destaco as cores que têm sido a cara do município ao longo das décadas que foram passando: o amarelo (ouro) e azul. Mais do que o seu significado em heráldica, nobreza para a primeira e ar para a segunda, prefiro lembrar-me não de um dos primeiros eléctricos da Praia das Maçãs (azuis) ao Sol de Verão, mas das palavras de Afonso de Albuquerque sobre Malaca, as quais procuraram no Reino encontrar algo que tão luxuoso fosse como aquilo que lá havia visto: "...porque ha hy mais ouro e azull em malaca que nos paços de simtra..."

    Não foram estas as únicas cores usadas, mas abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este meu último artigo sobre as Armas de Sintra, saído na edição do Jornal de Sintra de 29 de Junho de 2018.

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terça-feira, 5 de junho de 2018

"Castro Forte" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 1 de Junho de 2018

Castro Forte
na edição de 1 de Junho de 2018
do Jornal de Sintra

Este Castro não alude a uma fortaleza de pedra; trata-se antes de uma fortaleza humana do século XVI a qual a desonra não conseguiu corromper. Castro Forte foi como Luís Vaz de Camões o nominou em Os Lusíadas. Este Castro Forte era outro daqueles, daqueles...

    «...outros em quem poder não teve a morte».
    É assim que Luís de Camões canta D. João de Castro, o Castro forte em quem poder não teve a morte. E esta é mais uma das vezes em que aqui falarei do grande D. João de Castro.
(...)

    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este meu último artigo sobre Sintra e sobre o Grande D. João de Castro, saído na edição do Jornal de Sintra de 1 de Junho de 2018.

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quarta-feira, 2 de maio de 2018

3 de Maio: Aniversário do Convento dos Capuchos da Serra de Sintra

Um frade sentado nos rústicos degraus entre as cruzes que colinas acima de Monserrate
indicavam o caminho para o Convento dos Capuchos da Serra de Sintra.

    Este 3 de Maio é para mim tão especial como todos os que têm passado. O deste ano celebra 458 anos de história desde a fundação do Convento dos Capuchos da Serra de Sintra. Na verdade, o nome de baptismo do Convento era Convento da Santa Cruz da Serra de Sintra. E que Santa Cruz? E como se relaciona essa com o dia 3 de Maio?

    Neste ano o consumir de tempo por parte dos projectos em que estou envolvido fez com que escrevesse apenas um artigo sobre o Convento, tendo-o feito na última edição do Jornal de Sintra. E é nesse artigo que encontrará a resposta às perguntas que acima coloquei, assim como outros factos da sua história.

As entradas para as enfermarias, em frente daquela
que hoje é conhecida como "Sala da Penitência"
(esta última não se encontra presente na imagem).

    As vivências que ali se deram tentavam, no maior desconforto humano, enaltecer a entrega que faziam à sua fé. Entre as crónicas de há séculos atrás foram anotados os nomes daqueles que ali viveram assim como aquilo que ali viveram. Mas há que nunca esquecer que esses, esses que nos fazem o peito enfunar no entusiasmo e fascínio que encontramos nos relatos das suas histórias, foram tão humanos como nós, sentindo o calor, sentindo o frio, a humidade, o sono, a paixão, o amor, o ódio, enfim, tudo aquilo que nos distingue - a nós e àqueles - das personagens de ficção que nunca existiram.

    Poderá celebrar o aniversário do nosso amado Convento ao ler aqui o artigo do Jornal de Sintra dedicado ao seu aniversário e às razões e tradições do seu original nome.



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segunda-feira, 30 de abril de 2018

"Invenção e Exaltação nos Capuchos" - Miguel Boim, Jornal de Sintra, 27 de Abril de 2018

Exaltação e Invenção nos Capuchos
na edição de 27 de Abril de 2018
do Jornal de Sintra

Que Exaltação e que Invenção foram estas? É o que irá saber agora ao poder consultar gratuitamente online o meu último artigo no Jornal de Sintra. Invenção e Exaltação nos Capuchos trar-lhe-á o que decerto não espera e que assinala algo de grande e sentimental importância:

    Mas hoje o Convento dos Capuchos irá mostrar-nos o que nos próximos dias chegará. E isso
está relacionado com a sua invocação original, com o nome através do qual surgiu na Serra de
Sintra: Convento
da Santa Cruz da Serra de Sintra.
    No ano de 312 o Imperador... (...)


    Abrindo a imagem (ou realizando download da mesma para o seu computador ou dispositivo móvel, e depois ampliando-a), poderá ler este artigo da edição do Jornal de Sintra de 27 de Abril de 2018.

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terça-feira, 17 de abril de 2018

"Entre o Livro e o Manuscrito" - Palestras na Mostra do Livro na Biblioteca de Sintra

Biblioteca Municipal de Sintra, Casa Mantero
Imagem: Câmara Municipal de Sintra


    Na Sexta-feira e Sábado encerrarei as noites da Mostra do Livro na Biblioteca de Sintra, evento que decorrerá entre 20 e 22 de Abril, e que visa celebrar o Dia Mundial do Livro.

    Trarei aos presentes (levando-os até outros tempos) algumas histórias da História de Sintra que se encontram Entre o Livro e o Manuscrito, e que serão divididas pelos dois dias:


1) Entre o Livro e o Manuscrito:
      Silhuetas do Passado de Sintra

            Dia 20 de Abril, Sexta-feira, 21h30-23h00

    Do pergaminho ao papel, da pena à prensa, que pessoas e traços de carácter desvelamos nós naqueles que no passado por Sintra passaram? As suas histórias são guardadas na história, brilhando como tesouros ao serem recontadas.


2) Entre o Livro e o Manuscrito:
      Antigos Ambientes de Sintra
 
            Dia 21 de Abril, Sábado, 21h30-23h00

    Muitos dos espaços que hoje em Sintra visitamos possuem a capacidade de encantar os visitantes com a sua antiguidade. Mas quantos deles não foram mutilados? E quantos outros não tinham uma configuração completamente diferente? As histórias da história mostram-nos as surpresas através dos que lá conviveram.

Fragmento de iluminura do século XVI, de livro da
Biblioteca Nacional de Portugal

    Nos três dias da Mostra do Livro poderão também encontrar - a partir das 10h30 e até às 23h00 - uma pequena feira do livro e outras actividades que passarão pelo teatro (com a Casa das Cenas), música, workshop's (incluindo um dirigido a famílias com crianças de mais de 4 anos pela escritora Margarida Botelho), jogos, contos, e andando todos esses em redor do Livro. A programação poderá ser aqui consultada.

    Na Biblioteca Municipal de Sintra - Casa Mantero - com entrada livre. Mapa com percurso da estação de comboios de Sintra para a Biblioteca neste link.


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